sábado, 29 de maio de 2010

Trincheira

Então nos armamos até os dentes, com as armas mais potentes que podemos ter. São todos contra todos, cada um na tua trincheira.
Até que um a uma vai perdendo a barricada construída, de forma estranha, alguns tiram os teus escudos da reta, mas nada que lhe façam mau os atingem, então todos se encontram no centro da batalha, com as armas no chão e escudos espalhados pelo campo. Um chega e pergunta "Nós somos amigos?". Ao que outro responde "Sim, somos amigos". Mas quando um vai apertar a mão do outro percebem os espinhos de tuas peles.

5 comentários:

alguém disse...

Eu poderia escrever um texto do que eu entendi desse. Mas julgo ser desnecessario. Talvez não tenha nada pra se entender, mas eu entendi tudo. E é tudo muito, muito verdade.

Thiago Araújo Ayçar disse...

Por mais que os espinhos machuquem, o importante é saber que as feridas que eles causam, são passageiras, mas o sentimento, é verdadeiro.

Edson disse...

coloque isso tudo no feminino e haverá verosemelhança. huahauhauhauhauhauhauha

Eduardo Trindade disse...

Pobre deste mundo em que tanta gente vive como se vivesse em guerra. Ainda bem que há tanta gente que sonha e que, de tanto sonhar, teimosamente vai vivendo em paz.

Anônimo disse...

isso é um principio irreversível do ser humano. mutável para os sábios, eterno para a humanidade.